sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

As vezes eu paro e me pergunto:
Por que têm que ser assim?!
Uns passam, outros ficam...
Uns riem, outros choram...

As vezes acho que minha estrela passou e esqueceu de me avisar.
Outras vezes, conserto a luneta e vejo que tudo não passou de um direcionamento mal feito que eu fiz.

Mas, enquanto minha vez não chega, procurarei olhar para o céu e encontrar nessa dimensão o espaço determinado para mim.

(pensamentos, pensamentos, pensamentos... eles não saem de mim)


Égila Passos.

sábado, 10 de outubro de 2009

Sinto uma ausência,
Um vazio repentino.
Queria um afago, o envolver de seus braços,
Queria você!
Sentada no centro do meu quarto, contemplo a solidão interior...
Meus pensamentos se confundem em meio aos ruídos, as palavras, os chamados.....Não! Preciso não pensar.
Quero o som em repouso!
Quero o silêncio!
Faço-me casulo, distante de tudo que ai fora.
Eu quero...
quero...
quero...
Não sei dizer exatamente o que sinto...
Somente queria a sua presença.


Égila Passos

domingo, 4 de outubro de 2009

Sussurros


Falo-te baixinho.

As palavras soam na leves

Mas, não traduzem em som

As ondas que ecoa em mim numa súbita rapidez!

Meu coração dispara, trepida

Minha respiração acompanha o ritmo da batida.

Minhas mãos, meus pés gélidos - tradução do nervosismo.

Meus lábios sedentos, ardentes - antítese da inquietação,

Queima em si a vontade,

O desejo, de um encontro, dessa louca sedução.

Por isso, falo-te baixinho...




Égila Passos.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

VéSpErA...


... de lua cheia, de um encontro, de uma partida, da não despedida.


VéSpErA...

... do cingir que causa um arrepio, de um toque mais sutil, da fala de um olhar.


VéSpErA...


... de palavras soltas, concordâncias loucas, brincadeiras bobas?! Alegrias envoltas de duas pessoas a celebrar.


VéSpErA...

... de um beijo interrompido por aquele que não para, que obedece a quimera do existir, o que alimenta a certeza de que o porvir poderá ser melhor: o TEMPO


...
(ainda não terminou, fomos só pegos pelo cursor da vida)


Égila Passos.

sábado, 20 de junho de 2009


Quero sair do quadrado que me limita

Quero brincar, pular, correr...

Independente do que determinam ou supõe ser a felicidade...

Quero o cheiro das flores!

A sonoridade dos passarinhos!

A veracidade do sorriso de uma criança!

Quero cantar!

Desafinar...

... mas ser feliz!

Não quero me limitar a situação de alguns viventes que hoje sofrem com a melancolia de que poderia ser mais...

Mais alegres!

Mais ousados!

Mais, mais, mais...


Eu tenho o suficiente para amar, sorrir, chorar – por que não, há choros de alegria!

Quero ao menos não olhar para trás e ver que a estrada a qual desenhei, não foi calcada somente de tristezas, dor, melancolia... eu andei por entre flores, amores e principalmente ALEGRIAS!



Égila Passos.

domingo, 7 de junho de 2009

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Confesso que te abandonei.

Longe estive.

...

Meu relógio não parava de rodar

Mas o ponteiro não marcava VOCÊ

Que enche os espaços vazios

De códigos, metáforas,

Devaneios,

Aventuras,

Sonhos.

Declaro...

...desvendar pensamentos com palavras

Ou às vezes aventurar explicitar

O que por si só é implícito,

Torna-se tão difícil

Por isso, prefiro

SENTIR!

SINTO

Quero fazer de minha vida uma explosão de confetes!


Brincar com as cores.

Ousar,

Reinventar,

Renovar.

Em cada quadro da vida,

Pincelar de alegria até mesmo os momentos triste.

COLORIR O QUE ESTAR EM ESCALA DE CINZA E BRANCO.



Égila Passos.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Na rua...

Parei...

Escrevi...

Pensei em você muito mais que ontem e muito menos que amanhã...

É noite de luar...

Nossos olhares sempre estavam envoltos.

Saudades?

Não sei?

Talvez...

Tristeza?

Tento não sentir...

...

Égila Passos.

P.S: Devaneios, desabafos que tento fazer... minhas reticencias sinais de silêncio.